Yo soy la soledad.

Soledad! Aquí estan mis credenciales.
Vengo llamando a tu puerta, hace algun tiepo.
Creo que pasaremos juntos temporales.
Propongo que tu y yo seguimonos conociendo.
Soledad! Te traígo mis cicatrises.
Palabras supe papel estan grabados.
No te quedas surdo cuando te dises.
Te encontraras seo carapuza que encaxado.

Soledad! Por eso me llamo Calle.
Por tortuosos caminos negros ya has vistos.
Buenos, minos que nos valle.
Somos nosotros tan amigos y tan desconocidos.
Soledad! El viento que viene del sur mostrame donde estas.
Me siego a su encuentro alla cerca del mar.
Pero preguntandome si quieres mismo mis risas.
Nadie quieres de contra que en la arena da sola a bailar.

(versos pra treinar espanhol, e a solidão)

A grama é amarga. (completo)

A grama é amarga.
Tão amarga quanto a vida.
Mas não tão palíndromo quanto.
Assim como a vida é doce.
Tão doce quanto a água insossa, insípida e inodora.
Assim como o gosto das palavras não ditas.

E seguimos nossas vidas amarguradas.
Por veredas infindas, e estradas desconhecidas.
Dos caminhos de areião nas veredas desgramadas.
Mortes e vindas.
Cachoeiras e cacimbas.
Calçado de couro. Couro do pé andarilhas

Se a grama é amarga, disso é sabido.
Da vida ser tão amarga quanto, disso é sentido.
Do doce da vida, isso é buscado.
Da incoerência das palavras, disso é notado.
Sábio é o sentido de buscar notas em palavras não quistas.

Copiarei o que escrevi no fotolók, porque tá um frio dá porra, tô sem camiseta, e precisando de sair pra resolver umas paradas...
'Agora já era...
... eu bem que avisei à eles que estão contratando um louco filho de árabes, mas ñ me deram ouvidos...
Já estou me apaixonando por aeromoças e moças de outros cargos de 1 em 1hr.
Agora sério, creio eu que uma das poucas coisas sérias ditas por aqui.
Agradeço a todos os poucos que souberam e comemoraram comigo.
Foram os poucos que eu falei, mas foram os de coração mesmo.
De onde menos pensei, essa força me veio. De onde mais pensei me iludí.

[ play: cause we've ended as lovers_Jeff Beck ]'

[:(] Sou o palhaço que chora antes de entrar no picadeiro. [:D]


[:(] Sou o palhaço que chora antes de entrar no picadeiro. [:D]
Mas que nunca deixa de dar o espetáculo.

Sou o super-herói que guarda seus sentimentos por tráz da máscara.
E que os mantém depois de salvar o mundo.

Sou o cientista cético.
E sem pudor recorre a D'us por milagres.

Sou quem faz fumaça.
Porém o fogo não me quer por perto.

Domingo de Céu


Show da Céu.
Mesmo grávida pegaria.
Semana que passou de muito proveito, de descanço ocasionado, e de espera.
Espero que essa semana seja boa...
Preguiça de postar as novas crônicas de paulistano, e as outras crônicas.
Mas dessa semana não passará!

Crônicas de Paulistano. #1

Paulistano é assim mesmo, reclama dos preços absurdos, porém ainda assim paga.
'$1,70 POR UMA COXINHA!? MÁ QUE PORRA CARA!'
Braveja um senhor nordestino em uma padoca da Vl Maria, dentre milhões de bravejadores, de milhares de padocas de esquina, com uma banca como vizinha.
Paga pelo Salgado, pelo pingado, folheia os clasificados porque os de esportes não lhe agradara.
'MÁ QUE MERDA! O CURINTIA SÓ ME FERRA!'

Paulistano é assim mesmo, conformado com o inconpreensivel.
Os problemas nunca começam por ele, mas sempre terminam no paulistano.
'COMO ASSIM?! EU NÃO ENTENDO! MAU CAI EU NA MARGINAL E JÁ TÁ INTRANSITAVEL!
KASSAB DE MERDA!'
Dito por hora o solitario dentro de seu carro ouvindo as noticias do trânsito,
ou o estagiario no busão lotado com seu iPode. Escrito assim mesmo. Comprado na Pajé.

Paulistano é assim mesmo, fala errado falando dos outros.
Vive na capital da cultura do país, e essa os falta.
'ÓIA SÓ COMO TÁ SUJA A SÃO JOÃO. MARDITA CACROLANDIA DUS INFERNO.
SÓ LÁ PERTO DE CASA QUE DÁ GOSTO DE ANDAR PELA PAES DE BARRO.'
Reflete uma senhora italiana, de família conceituada, que acabara de jogar pela janela afora do carro, a embalagem do biscoitinho de sua cadelinha castrada.

Paulistano é assim mesmo, frio como o bloco de concreto. O mesmo que reside.
Busca numa caminhada pela Pôr-do-Sol ou pelo Ibíra, o calor de um par de pernas.
Alvo visto, puxa assunto, ela resiste, acha afinidades, marca um esquema, pega e some.
'M!n@ diz:
pô, vc sumiu, ó! sexta vou lá na vl madá, nakele barzinho q vc disse frequentar '
(contato bloqueado-só desbloqueada quando não tiver outra garota pra transar)

Paulistano é assim mesmo, apressado pra ficar parado.
Vislumbra um feriado imendado, planeja e dá tudo errado.
'PUUTZ! MERDA DE CELULAR QUE DESPERTA NA HORA ERRADA!
AGORA TÔ ATRASADO E AINDA É DIA DO MEU RODIZIO!'
Pensa ao acordar depois de uma noite bohemia, jovem da Pompeia que possui seu próprio veículo. Se formará em advogado dentro em breve, mas odeia a idéia de ficar trancado em escritorios.

Paulistano é assim mesmo. Bicho estranho.
Individualistas em meio à multidões.
Narcisista nos espelhos dos carros e vitrines das ruas do Brás.
Descolados e Cults, dividindo as calçadas com prostitutas.
Egoistas de seu próprio tempo.
Falando em tempo... Deix'eu pegar este tremzão pra Leste, que demorou tanto a tempo de escrever esta 1º crônica. Uma de muitas que virão.