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Essa é pra valer! Cursos e oficinas ligados à fotografia em 2013

  Esse post não é só um lembrete para mim mesmo do que eu pretendo e quero estudar este ano, mas pra quem me perguntar "OOOOUUUNN GOSXTO TANTO DE TIRÁ FOTO ONDE VC ESTUTÔEN ?!"
  Tá legal ow ~fotógrafo~, bóra dividir o conhecimento pra não se tornar um daqueles filhos da puta que não falam nem o próprio nome com medo de perder o seu lugar na área de trabalho.

  Você que está lendo esse post, você quer mesmo fazer fotografia?!
  Quer fazer o porquê? Essa é a primeira pergunta que te faço. Se a resposta for que você ganhou ou comprou uma câmerazona grande, trocou a foto do teu perfil uma foto com ela e colocou no nome de exibição Jack Photo, ou seria pelo status que você acha que isso te faz pra comer alguém...
  Cara, sái daqui agora!
  Tá, fui muito rude. Sim, é o meu jeitinho. Mas não é pra você que estou falando mesmo.
  Estou escrevendo esse post pra quem pensa que a fotografia vai agregar algo para a sua atual atividade, ou para futuramente trabalhar com isso. Investir em si próprio, não investir pra comer alguém, isso aí é consequência+competência, camarada! Pedreiro empunhando uma talhadeira soltando cantadas tem mais charme do que você segurando essa pica de câmera no modo automático.

  Existe muitos cursos, minicursos e oficinas de escolas que vocês podem aprender algo em fotografia.
  Vou listar abaixo alguns do meu interesse e outros que possam interessar aos marinheiros de primeiros clicks [acho tão piégas falar 'clicks' e termos fechados, mas é assim que você vai entender caso ainda esteja aqui querendo comer alguém com a sua câmera..].
  E antes que alguém pense e fale. Não, este não é um post patrocinado. Aqui eu falo das minhas experiências e de conversas com meus amigos e colegas fotógrafos. Só postei locais que recomendo.

Para os primeiros clicks
  Se você procura cursos de nomes e tem grana pra gastar, sugiro escolas como o SENAC, Panamericana e Anhembi/Morumbi. Tem os bacharelados de 4 anos e os técnicos feitos em 2 anos. Eu particularmente optei em estudar um técnico pelo SENAC onde pude ver os vários segmentos dentro da fotografia. Eu estudei no SENAC de 2009 a 2011 e comecei gostando de fotografar shows, fazia fotos de bandas de amigos e em shows que eu frequentava. Procurava me posicionar pra melhor mostrar em uma foto o que era ter estado naquele show. Com a fotografia de arquitetura me interessei pelas estruturas históricas, mas eram muito estáticas e daí parti para a vertente do fotojornalismo principalmente o fotojornalismo cultural, que foi onde encontrei minha paixão maior e grandes inspirações.
  Fora as escolas acima citadas, existem outras escolas com cursos também técnicos e de especializações para inicialização como o IIF, a FullFrame e a Diafragma 8.

  Existem também as opções muito bem embasadas de museus e institutos culturais que oferecem minicursos e oficinas de curta duração.
  Tem agora no início do ano cursos de inicialização em fotografia no Instituto Tomie Ohtake com workshops e cursos não só dentro da fotografia, mas de artes em geral como pintura, design e artes visuais. Tem ótima estrutura.
  O MAM [Museu de Arte Moderna - prq Ibirapuera] é uma boa opção para iniciar cursos de fotografia, ligando ótimos professores e bom espaço para aprendizado. Assim como o Tomie Ohtake, por ser uma instituição cultural, acontecer outros cursos de artes e cursos teóricos.
  Outro museu que nos últimos anos passou por reformulações em oficinas é o MIS [Museu da Imagem e do Som] que vem dando maior ênfase na fotografia e em eventos ligados a fotografia. Ótimas palestras e eventos como o FotoEscambo e o I Encontro da Reflexão na Fotografia aconteceram ano passado por lá. Busque conhecimento que lá é bem bacana.
  Para mim, o meu maior xodó dos espaços culturais com oficinas e cursos é sem dúvida a rede SESC. É muita coisa mesmo que se tem pra aprender e são um dos locais mais concorridos, pela pequena quantidade de vagas e pelos excelentes profissionais e ótimas instalações. Daí é ficar ligado nas Oficinas de Criatividade da rede SESC que você se dá bem. E também com outros cursos desde básicos de fotografia, até tecelagem passando por artes gráficas e cerâmicas.
  E SESC Consolação tem uma programação sempre trimestral com cursos de fotografia do chamado CLIC CLUBE. Visitem sempre de 3 em 3 meses para saber dos cursos e oficinas oferecidos. Tem desde os iniciantes para jovens de 10 a 100 anos, como especialidades em moda, flash, fotojornalismo, analogico, entre outros.
  No SESC Pinheiros acontecerá uma oficina sobre ENSAIOS FOTOGRÁFICOS. Bem interessante também.
  Um lugar que ainda não tive a oportunidade de fazer algum curso mas tive boas referências foram as Oficinas Culturais. Sendo da rede pública estadual, os cursos oferecidos são gratuitos e também muito concorrido.
  Em todos esses institutos e escolas, aparecem cursos em várias épocas do ano portanto, fiquem ligados nos sites e redes sociais desses institutos!

Para os 
já com certa caminhada
  Do SENAC eu comecei a procurar outros mini-cursos e oficinas em outras escolas e institutos como museus, palestras de galerias de arte e de fotógrafos renomados. Sempre bom ouvir palavras de quem já apanhou muito na profissão enquanto você ainda esta apanhando e pensando se desiste ou continua [sim, isso vai passar muito pela sua cabeça].
  Durante meu curso técnico, eu conheci as caminhadas fotográficas. Foram ótimas escolas, diria que em certos aspectos até melhores do que a acadêmica pois, era a fotografia aplicada na prática e ainda assim sem pretensão de correr atras de notas ou de reconhecimento do professor. Você se conhece fotografando e conhece os limites do seu equipamento. Claro que tem os personagens caricatos nessas caminhadas, mas são sempre válidas para aprendizado.
  Fora que você encontra grandes amizades e defronta desafios pessoais como andar com sua câmerazona na rua podendo ser assaltado por algum nóia [isso não é difícil de acontecer, mas também não é nada comum. nunca soube de assaltos dentro dos grupos de saídas fotográficas]. Das caminhadas cito as organizadas pelo jornalista Andre Douek, são as Jornadas Fotográficas da Cidade de São Paulo que todo mês acontece com alguma temática ou em algum local/bairro especifico. Tem até as saídas 24horas que são as que eu mais curto! Escolas de fotografia também tem saídas fotográficas gratuitas, basta você correr atrás de conhecimento, cara!


Para os que querem seguir além do jpg

câmera pinhole de lata com resultados em negativo e positivo
  Além das saídas e caminhadas, eu me interesso muito por palestras como falei antes, exposições fotográficas de coletivos ou individuais, por oficinas e workshops em específicos ramos da foto.
  Daí vai de você que já tá numa certa caminhada dentro da fotografia, seja como hobby ou seja como trabalho ou agregador para seus trabalhos, buscar o que te engrandece.

  Eu tenho projetos como processos alternativos em registros de imagens e fotografia analógica, procuro sempre por oficinas onde eu possa explorar esse meu lado nada imediático da fotografia. A imagem que ilustra esse post por exemplo são fotografias feitas a partir de uma câmera pinhole de lata onde se cria a imagem no papel gráfico [negativo] e depois passa para o papel, no caso canson, utilizando a técnica da cianotipia [positivo]. Eu faço muitas fotografias pinholes [tenho até arrastado minha namorada em algumas oficinas... hehehe] e fiz boas oficinas tendo como mestres Dirceu Maués, Beth Lee e Edison Angeloni. 
  Existem também as leituras de portifólio onde fotógrafos renomados avaliam algumas fotografias suas. Eu já busquei essa experiência e gostei muito da crítica recebida.
  O importante é sempre buscar por mais conhecimento.

Onde vocês vão me encontrar no começo de 2013
   No final de 2012 eu já estava de olho em mais aprendizado. Mesmo aparentemente não estar ligado com a fotografia social que ultimamente estou trabalhando, são ótimos para estimular a criatividade e outros pontos esquecidos ou adormecidos. E mesmo para largar vícios criados dentro das instituições de ensino.
  Já no mês de Janeiro estou repleto de trabalho e oficinas. Nem todas ligadas a fotografia estática por assim dizer.
  Para semana que vem, me embrenharei na cinematografia voltada para a fotografia.
  Acontece um workshop de 4 dias no MIS sobre o cinema de Quentin Tarantino, para fotógrafos e cinéfilos sabem bem que os ângulos e enquadramentos que Tarantino busca são fantástico, inserindo o espectador na cena de maneira bem tarantinesca.
  Estou num empasse entre dois cursos simultaneos que conecta, a fotografia ao cinema.
  Um é bem concorrido mas ainda há vagas [pelo menos ainda não estão esgotadas e daqui a pouco estarei verificando isso] que é a oficina QUADRO A QUADRO - Experiência de fazer pequenos filmes a partir de fotografias no CineSESC da Rua Augusta. Achei muito interessante. O outro é um workshop das 
Oficinas Culturais alí do Bon Retiro sobre Direção de Fotografia para documentário e direção. O esquema será tentar primeiro no CineSESC e acabando as vagas, partir pra inscrever no da Oficina Cultural.
  Na fotografia analógica, um curso que todo ano busco e sempre acabam-se as vagas é o de Laboratório fotográfico no SESC Pompéia. Uma ótima estrutura para revelação de negativos e professores capacitados fazem deste curso beeeem disputado. Terá a oficina de Introdução ao Laboratório Preto&Branco e terá também a oficina de Pinhole Preto&Branco com revelação. Boas oficinas pra quem já manja de fotografar com caixinhas de fósforo e quer ter a experiência de revelar os próprios rolos.
  Fevereiro já me guarda um novo curso dentro de laboratório de revelação. Será no Museu Lasar Seagall onde nunca participei, mas boas referências dizem que possúi uma boa estrutura para aprendizado em revelação.
  E em Março ainda me reservarei a iniciar uma oficina no SESC Consolação sobre Auto-Imagem com a Galeria Experiência. Será uma daquelas oficinas para estimular a criatividade presa.
  
  Vocês podem conhecer outros cursos, concursos, exposições e festivais de fotografia consultando o Calendário Cultural regularmente. É uma boa fonte de pesquisa.
  Bem, já falei demais. Fico por aqui na esperança de ter ajudado alguém ou alguens.
  Qualquer coisa que eu possa complementar ou ajudar, meus contatos estão alí ao lado.
  Até breve, bom caminho!

bóra pra rua!

VEM NI MIM, ANO TR3Z3!!


  O ano de 2012 foi um ano bem significativo para mim. Foi o ano que cresci na profissão que tanto lutei pra ter, foi um ano que aprendi muito em tecnologias e técnicas de fotografia, criei circulos concisos de amizades dentro e fora da foto, tive as melhores experiências da minha vida ligados a uma máquina que tira foto.
visualizações da página e anotaçoes de cursos e oficinas
  Parece até pobre e fútil pensar assim, mas pra quem entende que aquela máquina faz milagres e disso não falo de photoshopar as pessoas, sabe do que eu falo.  E desse ano eu tirei uma ideia válida pra vida toda. Investir em mim mesmo.
Investindo em equipamento, em formação acadêmica, participando de palestras e seminários, encontros fotográficos, absorvendo conhecimento, correndo atrás de novas oportunidades, procurando ensinamento pra me tornar um profissional de carteirinha por assim dizer. Foi um ano de dar uma estilingada na carreira. E acertei bons alvos.
  Agora começo um novo ano e o que estou fazendo?! Não parando de investir em mim!
  Pra ter como nota mental, estou com várias abas de cursos e oficinas não só na área da fotografia, mas também na área de cinema e de empreendedorismo individual. Fora as páginas de lojas de equipamentos fotográficos. E isso não é porque eu estou cagando dinheiro. É que agora o dinheiro está circulando, entrando capital com a fotografia e saindo em forma de investimento pessoal para minha própria formação.
  Tá, post chato de auto-lembrança mas que achei necessário. Até porque é a partir deste post que escreverei um novo sobre cursos e oficinas no início de 2013. Pra que outros tantos loucos apareçam neste ano dos TR3Z3!
  VEM NI MIM, ANO LOKO!!

Brasil 36 X 19 Paraguai

Eliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X Paraguai
Eliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X Paraguai
Eliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X Paraguai
"Esse esporte ainda vai ser grande no Brasil!"
Com este slogam da fornecedora de material esportivo, os Tupis vão ganhando mais popularidade e ganhando mais fans.
O jogo entre a seleção Brasileira de Rugby e a seleção Paraguaia no último sábado dia 28 de outubro levou um grande público para o estádio do Clube Nacional na capital paulista. Se tratava de um jogo das eliminatórias para a WorldCup qe será realizada em 2015.
Toda sorte e toda a força necessária para que os Tupis sejam grandes!

Festival Red Bull SounderGround 2012- Festival Internacional de Músicosde Metrô

MÚSICA | Você passa correndo pelas estações de metrô, numa cidade com ritmo frenético como São Paulo e de repente, ouve um som de uma sanfona, um forró rolando na estação.
Segue seu dia talvez já atrasado e desce em outra estação pra fazer a tal da baldiação entre linhas que se cruzam e percebe um outro som, agora de um trio de cordas.

É o Festival Red Bull SounderGround 2012- Festival Internacional de Músicos de Metrô, um evento que está em sua segunda edição e reúne em 8 estações do metrô paulistano artistas de várias partes do Brasil e do Mundo fazendo um som alí, pro seu deleite e pausa entre as composições de trens. Confira a programação completa aqui.

O festival começou segunda-feira (22.10) e acontece até o dia 26 de outubro nas estações do metrô, as apresentações acontecem em dois horários das 12hrs às 14hrs, e das 16hrs às 18hrs. Os artistas farão revezamentos entre as estações não repetindo a mesma estação que já se apresentou. E sábado dia 27 acontecerá o grande encontro de todos os artistas reunidos em praça pública para o show de encerramento.

E tem de tudo, o guitarrista Rafael Pio, aquele mesmo que se vocês está acostumado a passar em frente ao Center # da Paulista com a Augusta, você já curtiu um som dele, está entre os “Buskers” – artistas de rua que se apresentam em proximidades ou dentro das estações dos metrôs mundo afora, com o chapéu virado esperando o seu trocado.
Pois é, ele e mais 18 artistas brasileiros, canadenses, americanos, ingleses, alemães e até russos estão na programação do festival.
Agora, quando você passar por uma das estações, Sé, Luz, Pinheiros, Sacomã, Vl Madalena, Ana Rosa, Brás ou Barra Funda, tire um tempo, curta o artista que estiver tocando e relaxe.

OBMJ no SESC Pompéia

OBMJ no SESC Pompéia by barretorodrigo
OBMJ no SESC Pompéia, a photo by barretorodrigo on Flickr.
Um show que botou todo mundo pra balançar o esqueleto antes da eleição!
A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana levantou a galera do chão com o repertório que mesclou sambas de Adoniram, Pixinguinha e até Chico com o ska jamaicano e a metaleira instrumental.
Vale o click pra ver os clicks que o Photographer | Walker fez da festa.

Cavalete Parade em São Paulo

Começou na internet há uns meses atrás a borbulhar uma ideia de utilizar aquilo que por vezes é um trambolho e um lixo ao final do dia em arte.
No último sábado dia 29 de Setembro aconteceu a Cavalete Parade, movimento artístico que chamava artistas para se manifestarem em uma tela de pintura no mínimo inusitada, mas que estava alí na cara de todos a cada dois anos ( anos pares de eleições, tanto municipais como neste ano e estatuais e federais ), os cavaletes do candidatos.
Todos nós sabemos o tanto de transtorno esse material midiático tras, são trambolhos enormes que por muitas vezes fecham os passeios das calçadas, atrapalha a locomoção dos pedestres, de cadeirantes, tudo isso para simples divulgação dos numeros do candidato.

Se este tipo de mídia é válida ou não é uma outra discussão. A discussão principal é o que este tipo de divulgação causa de impacto em forma de lixo e de desrespeito ao povo.
Visando isso, a organização da Cavalete Parade fez umas regrinhas básicas: recolher somente os cavaletes em situações de risco ou abandonados, atrapalhando o transito dos pedestres, deixados após o horário de panfletagem. Conforme encontrasse algum cavalete assim a pessoa fotografa e recolhe para criar a arte nele.
Eu não havia visto essas regrinhas, mas acabei seguindo pois o meu eu peguei em meio a outros que estavam jogados em uma praça daqui de Guarulhos. Levei pra casa e pintei meu cavalete todo de preto pra fazer um fundo para expor minhas fotografias feitas com câmeras pinhole [câmeras feitas artesanalmente e de filme].
Feito meu cavalete, bóra pro evento!
Cheguei atrasado, mas deixei por lá o cavalete em meio a muitas obras belíssimas, de humor ácido e bem provocativas, até por telas/cavaletes abstratas.
Tinha por exemplo o pessoal do Polutil que transformaram cavaletes em bolsas utilizando os plasticos, e em bancos e até rampa de acesso a cadeirante com as madeiras. Teve manifestações non sense, e tiradas muito inteligentes em protesto contra os políticos.

Segundo a organização, os cavaletes ficariam expostos entre as 13h e as 17hrs. Aos autores das obras ficava livre a retirada do cavalete entre as 16h e 16:30. Para quem quisesse que sua obra seguisse o rumo de outras pessoas, era só deixar por lá que alguma pessoa se interessaria e levaria sua manifestação artística.
Foi daí que aconteceu algo triste e que surpreendeu. Os cavaletes que sobraram após a exposição ficaram lá, no canteiro central da Paulista. Algumas pessoas levaram estiletes para retirar as lonas e plasticos com as artes e levar para casa sem as madeiras do cavalete. Mas e os cavaletes de madeira. O que fazer?!

Se a iniciativa era reutilizar os cavaletes que emporcalham nossas ruas com arte, o fim deles se tornou o mesmo começo. Ser lixo e atrapalhar.
Durante a noite, passei novamente pela Paulista e encontrei diversos pedaços de madeira proveniente dos cavaletes expostos. Alí próximo do prédio da FIESP tem um imóvel em construção onde se encontra uma caçamba de entulhos onde foram depositados vários cavaletes, com as obras e somente as armações.
Infelizmente, uma proposta nova e recheada com boas ideias. Mas que de tanto criticou o ato dos políticos que fizeram o mesmo ato.

Se liguem nos clicks no álbum do Flick >

Bóra pa rua!

Gambiarra é o que liga ou o que conecta?

instalação de Arthur Omar na 3a Mostra 3M de Arte Digital

Dirceu Maués constrói suas próprias
 câmeras pinhole e cria filmes stopmotion
   Quem nunca fez uma gambiarra em aparelhos eletrônicos que atire a primeira pedra. Quem nunca desmontou brinquedos pra saber por dentro como funcionavam?! Pois não se desespere, isso apenas despertou seu lado cientista, seu lado artista, seu lado curioso do ser humano. Os próximos artistas foram além da curiosidade na gambiarra.

  O Instituto Tomie Ohtake apresenta entre os dias 15 de agosto e 16 de setembro a 3ª Mostra 3M de Arte Digital, que tem curadoria de Giselle Beiguelman e patrocínio da empresa americana 3M. Nesta edição, a exposição possui como eixo conceitual as “Tecnofagias” e, além de incentivar a produção artística relacionada às mídias digitais, destaca a combinação de alta tecnologia (high tech) e improvisação “caseira” (low tech) que marca o cenário nacional, como por exemplo a construção de câmeras pinhole pelo artista plástico Dirceu Maués, este mesmo administrando uma oficina de câmeras analógicas construídas artesanalmente.
   Todas as 15 obras e instalações da 3ª Mostra 3M de Arte Digital foram criadas por artistas brasileiros; entre elas se destacam as fotografias em larga escala “Ceasa” e “Aeroporto”, desenvolvidas em 2012 por Cássio Vasconcellos, a “Jukebox”, de Lea Van Steen, que possibilita ao visitante escolher um vídeo que será projetado fragmentadamente em um globo estroboscópico, e “Extremo Horizonte”, uma panorâmica com pinhole de Dirceu Maués, confeccionada para a exposição.   À parte às obras integrantes da 3ª Mostra 3M de Arte Digital, há ainda o projeto especial “Praia de Paulista”, que acontece nos dias 17 e 31 de agosto na parte externa do Instituto Tomie Ohtake. A iniciativa, desenvolvida pelo coletivo Cia. de Foto em parceria com a crítica de cinema Ivana Bentes, trata-se de uma exibição de remixes de “Terra em Transe” (1967) e outros filmes de Glauber Rocha. O diretor, aliás, é homenageado em um ensaio fotográfico e textual multimídia, intitulado “País Interior”, que também foi produzido pela Cia. de Foto.

Convite feito, bóra aproveitar! Mais fotos no Photographer Walker
3ª Mostra 3M de Arte Digital @ Instituto Tomie Ohtake
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201 (entrada pela R. Coropés), Pinheiros, São Paulo – SP
15 de agosto a 16 de setembro, de terça a domingo, das 11h às 20h

Tenha vícios!

Uma perspectiva com ponto centralizado da cena e a busca pela simetria de Kubrick [imagem Reprodução]

  Semana passada em meio a vários links e abas do navegador aberta, topei com o link de um vídeo compilação de cenas dos filmes do diretor Stanley Kubrick, onde mostrava sua fixação por cenas densas, simetricamente meticulosas e com o personagem ou ação acontecendo no centro da perspectiva criada pelas simetrias.
  Simplesmente pirei! Excelente trabalho do japonês Kogonada, quem editou o vídeo citado acima.
  Entrei em sua conta do Vimeo e lá, ele havia postado uma série de 4 videos com o mesmo tema na compilação, os vícios de diretores de cinema expressam em suas obras. Kogonada criou além do video acima do diretor Kubrick, as compilações com cenas de filmes de Tarantino com suas tomadas em contra-plongée - de baixo para cima -, e Wes Anderson com suas tomadas plngée de cena filmadas do alto da ação dos personagens.
  Há também a compilação de cenas do diretor de Cisne Negro, Darren Aronofsky, mostrando cenas onde o som é o elemento que se sobressai, e a compilação com cenas do ponto-de-vista peculiar de objetos inanimados e corriqueiros da série de tv Breaking Bad.
  Vendo essas cenas e analisando toda à obra destes grandes e renomados diretores, utilizando de vícios pertinentes e tão característicos de cada um, me lembro da época da sala de aula onde professores no ansêio de fomentar as mentes de seus alunos diziam [e ainda dizem] para fugir dos clichês e criar suas próprias marcas, características únicas e tão difíceis em tempos de internet onde a linha tênue entre o ser original e ser cópia é mais fina e frágil que uma teia de aranha.
  Esses videos compilação só reforça de que o aprendizado e o olhar crítico, seja na cinematografia ou na fotografia onde atuo, deve ser cada vez mais treinado e não adestrado. Praticas simples no dia-a-dia e por em prática esses vícios ou como quer que queiram chamar em projetos pessoais é totalmente válido. Sejam clichês ou não. Sejam bregas ou não. 


SÓ O FILE!

FILE2012FILE2012FILE2012FILE2012FILE2012FILE2012

FILE2012, um álbum no Flickr.

Quem passa caminhando pela Av Paulista em frente ao prédio da FIESP deve se perguntar 'que diaxo de fila grande é essa?!'. Pois saibam que todos alí na fila estão curiosos pra saber o que é arte e o que é tecnologia.a
Este é o  FILE - Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, , considerado o maior evento de arte multimídia da América Latina com instalações interativas de artistas selecionados que atiçam a curiosidade do público presente. Não dá pra dizer quem são os artistas - se os que criaram as obras ou se as pessoas interagindo com as obras atraves de sensores de movimento, sensores de calor, e até criando historias em quadrinhos utilizando fotos feitas do público presente.
Além das exposições, o público entra em contato variadas plataformas interativas por meio de workshops, mesas-redondas com artistas convidados, aplicativos para tablets, entre outras atividades.
Tá dada a dica do #PhotoWalk pro Radar Urbano. Corre que é só até domingo dia 19!
Vá lá e desperte sua veia artística ou a sua curiosidade tecnológica.

Centro Cultural Fiesp - Ruth Cardoso
Avenida Paulista, 1.313 (Metrô Trianon-Masp)
Aberta entre os dias 17 de Julho à 19 de Agosto
Classificação: livre e entrada franca

Festa Junina no Minhocão

Festa Junina no Minhocãoforró pé-de-serra - Festa Junina no MinhocãoBeijoqueira e o Proxeneta - Festa Junina no Minhocãobarraca da fofoca sms - Festa Junina no MinhocãoBoca do palhaço - Festa Junina no Minhocãofinal de tarde na Festa Junina no Minhocão
Festa Junina no Minhocãobarraca da pesca - Festa Junina no Minhocãojogo da argola - Festa Junina no MinhocãoFesta Junina no Minhocãobolha de sabão - Festa Junina no Minhocãoforró de paulista - Festa Junina no Minhocão
Som de primeira - Festa Junina no MinhocãoSom de primeira na Festa Junina no MinhocãoMichael Jackson na Festa Junina no MinhocãoInício do casamento - Festa Junina no MinhocãoTúnel do casamento - Festa Junina no MinhocãoTiro certêro - Festa Junina no Minhocão
Festa Junina no Minhocão, um álbum no Flickr.
Cadê quentão? Cadê miío vêRde? Cadê barraca do beijo?!
Hoje tá tudo muito mudérno, mas é essa a cara da FESTA JUNINA NO MINHOCÃO. Uma festa que começou como as festas caipíras de outrora, com a ajuda da comunidade, só que agora na época dos shares, tomou o termo "Colaborativa" usando a internet como meio de suporte e divulgação.
É o correio-elegante por sms!

Vai pra grupo não, irmão! Que o Photographer | Walker chega mais tâmo postando as parada caipíra da cidade!

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