Bresson seria só mais um no seu feed

Velocista Usain Bolt foi fotografado com um raio ao fundo (Foto: Olivier Morin/AFP)
Fiquei pensando muito sobre essa imagem do fotógrafo da AFP Olivier Morin, logo após a cruzada da linha final de Usain Bolt no mundial de Moscow.
Ele, que é o cara mais rápido do mundo da atualidade e pra mim já entrou pras lendas do esporte [ caso não cague a carreira com algum escândalo de doppinng ], agora pode escolher até esta imagem pra ilustrar o álbum dos heróis do esporte.
A imagem é linda, o momento que a natureza mostra sua força com o raio ao fundo, o Bolt ali no encaixe da estrutura do estádio. Imagem pra ilustrar enciclopédias.
Parece até montagem de pós produção. Pode até ser mas as condições climáticas em Moscow eram de chuva mesmo, então não seria impossível acontecer essa imagem. Na época de Cartier Bresson e seu momento decisivo sim seria praticamente impossível. E falo o porque.
Hoje em dia os corpos de câmeras são excelentes, os sensores captam com uma qualidade impressionante. Lentes potentes, cartões de memória rápidos o suficiente pra filmagens ultra rápidas, câmeras que fazem o vídeo e depois o fotógrafo seleciona o quadro perfeito para a foto.
Não sei se foi este o caso, perguntado sobre a imagem, o fotógrafo Morin falou que mudou de lado [ aja visto os fotógrafos correndo na parte interna da pista] para captar imagens de outro ângulo, e o momento foi "sorte".
Discordo.
Tem todos os fatores:
a percepção do fotógrafo + construção da cena + equipamento de alta performance + sorte.

Fico pensando no tal 'instante decisivo' do Cartier Bresson nos dias de hoje ao ver essa imagem.
Com a tecnologia de hoje, é muito mais fácil ser um Bresson. Claro que falta o culhão pra ser fotógrafo, o estudo da imagem, estudo do equipamento, estudos e estudos.
Falta só quem tem uma ~ câmera profiça ~ não se achar um Cartier só porque fez uma foto do pingo d'água na bacia e postar no insxtá ...

Essa é pra valer! Cursos e oficinas ligados à fotografia em 2013

  Esse post não é só um lembrete para mim mesmo do que eu pretendo e quero estudar este ano, mas pra quem me perguntar "OOOOUUUNN GOSXTO TANTO DE TIRÁ FOTO ONDE VC ESTUTÔEN ?!"
  Tá legal ow ~fotógrafo~, bóra dividir o conhecimento pra não se tornar um daqueles filhos da puta que não falam nem o próprio nome com medo de perder o seu lugar na área de trabalho.

  Você que está lendo esse post, você quer mesmo fazer fotografia?!
  Quer fazer o porquê? Essa é a primeira pergunta que te faço. Se a resposta for que você ganhou ou comprou uma câmerazona grande, trocou a foto do teu perfil uma foto com ela e colocou no nome de exibição Jack Photo, ou seria pelo status que você acha que isso te faz pra comer alguém...
  Cara, sái daqui agora!
  Tá, fui muito rude. Sim, é o meu jeitinho. Mas não é pra você que estou falando mesmo.
  Estou escrevendo esse post pra quem pensa que a fotografia vai agregar algo para a sua atual atividade, ou para futuramente trabalhar com isso. Investir em si próprio, não investir pra comer alguém, isso aí é consequência+competência, camarada! Pedreiro empunhando uma talhadeira soltando cantadas tem mais charme do que você segurando essa pica de câmera no modo automático.

  Existe muitos cursos, minicursos e oficinas de escolas que vocês podem aprender algo em fotografia.
  Vou listar abaixo alguns do meu interesse e outros que possam interessar aos marinheiros de primeiros clicks [acho tão piégas falar 'clicks' e termos fechados, mas é assim que você vai entender caso ainda esteja aqui querendo comer alguém com a sua câmera..].
  E antes que alguém pense e fale. Não, este não é um post patrocinado. Aqui eu falo das minhas experiências e de conversas com meus amigos e colegas fotógrafos. Só postei locais que recomendo.

Para os primeiros clicks
  Se você procura cursos de nomes e tem grana pra gastar, sugiro escolas como o SENAC, Panamericana e Anhembi/Morumbi. Tem os bacharelados de 4 anos e os técnicos feitos em 2 anos. Eu particularmente optei em estudar um técnico pelo SENAC onde pude ver os vários segmentos dentro da fotografia. Eu estudei no SENAC de 2009 a 2011 e comecei gostando de fotografar shows, fazia fotos de bandas de amigos e em shows que eu frequentava. Procurava me posicionar pra melhor mostrar em uma foto o que era ter estado naquele show. Com a fotografia de arquitetura me interessei pelas estruturas históricas, mas eram muito estáticas e daí parti para a vertente do fotojornalismo principalmente o fotojornalismo cultural, que foi onde encontrei minha paixão maior e grandes inspirações.
  Fora as escolas acima citadas, existem outras escolas com cursos também técnicos e de especializações para inicialização como o IIF, a FullFrame e a Diafragma 8.

  Existem também as opções muito bem embasadas de museus e institutos culturais que oferecem minicursos e oficinas de curta duração.
  Tem agora no início do ano cursos de inicialização em fotografia no Instituto Tomie Ohtake com workshops e cursos não só dentro da fotografia, mas de artes em geral como pintura, design e artes visuais. Tem ótima estrutura.
  O MAM [Museu de Arte Moderna - prq Ibirapuera] é uma boa opção para iniciar cursos de fotografia, ligando ótimos professores e bom espaço para aprendizado. Assim como o Tomie Ohtake, por ser uma instituição cultural, acontecer outros cursos de artes e cursos teóricos.
  Outro museu que nos últimos anos passou por reformulações em oficinas é o MIS [Museu da Imagem e do Som] que vem dando maior ênfase na fotografia e em eventos ligados a fotografia. Ótimas palestras e eventos como o FotoEscambo e o I Encontro da Reflexão na Fotografia aconteceram ano passado por lá. Busque conhecimento que lá é bem bacana.
  Para mim, o meu maior xodó dos espaços culturais com oficinas e cursos é sem dúvida a rede SESC. É muita coisa mesmo que se tem pra aprender e são um dos locais mais concorridos, pela pequena quantidade de vagas e pelos excelentes profissionais e ótimas instalações. Daí é ficar ligado nas Oficinas de Criatividade da rede SESC que você se dá bem. E também com outros cursos desde básicos de fotografia, até tecelagem passando por artes gráficas e cerâmicas.
  E SESC Consolação tem uma programação sempre trimestral com cursos de fotografia do chamado CLIC CLUBE. Visitem sempre de 3 em 3 meses para saber dos cursos e oficinas oferecidos. Tem desde os iniciantes para jovens de 10 a 100 anos, como especialidades em moda, flash, fotojornalismo, analogico, entre outros.
  No SESC Pinheiros acontecerá uma oficina sobre ENSAIOS FOTOGRÁFICOS. Bem interessante também.
  Um lugar que ainda não tive a oportunidade de fazer algum curso mas tive boas referências foram as Oficinas Culturais. Sendo da rede pública estadual, os cursos oferecidos são gratuitos e também muito concorrido.
  Em todos esses institutos e escolas, aparecem cursos em várias épocas do ano portanto, fiquem ligados nos sites e redes sociais desses institutos!

Para os 
já com certa caminhada
  Do SENAC eu comecei a procurar outros mini-cursos e oficinas em outras escolas e institutos como museus, palestras de galerias de arte e de fotógrafos renomados. Sempre bom ouvir palavras de quem já apanhou muito na profissão enquanto você ainda esta apanhando e pensando se desiste ou continua [sim, isso vai passar muito pela sua cabeça].
  Durante meu curso técnico, eu conheci as caminhadas fotográficas. Foram ótimas escolas, diria que em certos aspectos até melhores do que a acadêmica pois, era a fotografia aplicada na prática e ainda assim sem pretensão de correr atras de notas ou de reconhecimento do professor. Você se conhece fotografando e conhece os limites do seu equipamento. Claro que tem os personagens caricatos nessas caminhadas, mas são sempre válidas para aprendizado.
  Fora que você encontra grandes amizades e defronta desafios pessoais como andar com sua câmerazona na rua podendo ser assaltado por algum nóia [isso não é difícil de acontecer, mas também não é nada comum. nunca soube de assaltos dentro dos grupos de saídas fotográficas]. Das caminhadas cito as organizadas pelo jornalista Andre Douek, são as Jornadas Fotográficas da Cidade de São Paulo que todo mês acontece com alguma temática ou em algum local/bairro especifico. Tem até as saídas 24horas que são as que eu mais curto! Escolas de fotografia também tem saídas fotográficas gratuitas, basta você correr atrás de conhecimento, cara!


Para os que querem seguir além do jpg

câmera pinhole de lata com resultados em negativo e positivo
  Além das saídas e caminhadas, eu me interesso muito por palestras como falei antes, exposições fotográficas de coletivos ou individuais, por oficinas e workshops em específicos ramos da foto.
  Daí vai de você que já tá numa certa caminhada dentro da fotografia, seja como hobby ou seja como trabalho ou agregador para seus trabalhos, buscar o que te engrandece.

  Eu tenho projetos como processos alternativos em registros de imagens e fotografia analógica, procuro sempre por oficinas onde eu possa explorar esse meu lado nada imediático da fotografia. A imagem que ilustra esse post por exemplo são fotografias feitas a partir de uma câmera pinhole de lata onde se cria a imagem no papel gráfico [negativo] e depois passa para o papel, no caso canson, utilizando a técnica da cianotipia [positivo]. Eu faço muitas fotografias pinholes [tenho até arrastado minha namorada em algumas oficinas... hehehe] e fiz boas oficinas tendo como mestres Dirceu Maués, Beth Lee e Edison Angeloni. 
  Existem também as leituras de portifólio onde fotógrafos renomados avaliam algumas fotografias suas. Eu já busquei essa experiência e gostei muito da crítica recebida.
  O importante é sempre buscar por mais conhecimento.

Onde vocês vão me encontrar no começo de 2013
   No final de 2012 eu já estava de olho em mais aprendizado. Mesmo aparentemente não estar ligado com a fotografia social que ultimamente estou trabalhando, são ótimos para estimular a criatividade e outros pontos esquecidos ou adormecidos. E mesmo para largar vícios criados dentro das instituições de ensino.
  Já no mês de Janeiro estou repleto de trabalho e oficinas. Nem todas ligadas a fotografia estática por assim dizer.
  Para semana que vem, me embrenharei na cinematografia voltada para a fotografia.
  Acontece um workshop de 4 dias no MIS sobre o cinema de Quentin Tarantino, para fotógrafos e cinéfilos sabem bem que os ângulos e enquadramentos que Tarantino busca são fantástico, inserindo o espectador na cena de maneira bem tarantinesca.
  Estou num empasse entre dois cursos simultaneos que conecta, a fotografia ao cinema.
  Um é bem concorrido mas ainda há vagas [pelo menos ainda não estão esgotadas e daqui a pouco estarei verificando isso] que é a oficina QUADRO A QUADRO - Experiência de fazer pequenos filmes a partir de fotografias no CineSESC da Rua Augusta. Achei muito interessante. O outro é um workshop das 
Oficinas Culturais alí do Bon Retiro sobre Direção de Fotografia para documentário e direção. O esquema será tentar primeiro no CineSESC e acabando as vagas, partir pra inscrever no da Oficina Cultural.
  Na fotografia analógica, um curso que todo ano busco e sempre acabam-se as vagas é o de Laboratório fotográfico no SESC Pompéia. Uma ótima estrutura para revelação de negativos e professores capacitados fazem deste curso beeeem disputado. Terá a oficina de Introdução ao Laboratório Preto&Branco e terá também a oficina de Pinhole Preto&Branco com revelação. Boas oficinas pra quem já manja de fotografar com caixinhas de fósforo e quer ter a experiência de revelar os próprios rolos.
  Fevereiro já me guarda um novo curso dentro de laboratório de revelação. Será no Museu Lasar Seagall onde nunca participei, mas boas referências dizem que possúi uma boa estrutura para aprendizado em revelação.
  E em Março ainda me reservarei a iniciar uma oficina no SESC Consolação sobre Auto-Imagem com a Galeria Experiência. Será uma daquelas oficinas para estimular a criatividade presa.
  
  Vocês podem conhecer outros cursos, concursos, exposições e festivais de fotografia consultando o Calendário Cultural regularmente. É uma boa fonte de pesquisa.
  Bem, já falei demais. Fico por aqui na esperança de ter ajudado alguém ou alguens.
  Qualquer coisa que eu possa complementar ou ajudar, meus contatos estão alí ao lado.
  Até breve, bom caminho!

bóra pra rua!

VEM NI MIM, ANO TR3Z3!!


  O ano de 2012 foi um ano bem significativo para mim. Foi o ano que cresci na profissão que tanto lutei pra ter, foi um ano que aprendi muito em tecnologias e técnicas de fotografia, criei circulos concisos de amizades dentro e fora da foto, tive as melhores experiências da minha vida ligados a uma máquina que tira foto.
visualizações da página e anotaçoes de cursos e oficinas
  Parece até pobre e fútil pensar assim, mas pra quem entende que aquela máquina faz milagres e disso não falo de photoshopar as pessoas, sabe do que eu falo.  E desse ano eu tirei uma ideia válida pra vida toda. Investir em mim mesmo.
Investindo em equipamento, em formação acadêmica, participando de palestras e seminários, encontros fotográficos, absorvendo conhecimento, correndo atrás de novas oportunidades, procurando ensinamento pra me tornar um profissional de carteirinha por assim dizer. Foi um ano de dar uma estilingada na carreira. E acertei bons alvos.
  Agora começo um novo ano e o que estou fazendo?! Não parando de investir em mim!
  Pra ter como nota mental, estou com várias abas de cursos e oficinas não só na área da fotografia, mas também na área de cinema e de empreendedorismo individual. Fora as páginas de lojas de equipamentos fotográficos. E isso não é porque eu estou cagando dinheiro. É que agora o dinheiro está circulando, entrando capital com a fotografia e saindo em forma de investimento pessoal para minha própria formação.
  Tá, post chato de auto-lembrança mas que achei necessário. Até porque é a partir deste post que escreverei um novo sobre cursos e oficinas no início de 2013. Pra que outros tantos loucos apareçam neste ano dos TR3Z3!
  VEM NI MIM, ANO LOKO!!

Bob Wolfenson em seu lançamento do livro 75. Ray-Ban

FOTOGRAFIA | A Ray-Ban completa 75 anos de existência em 2012. Para celebrar, no Brasil, a marca convidou o fotógrafo Bob Wolfenson para publicar um trabalho de retratos, resultando no livro “75″, lançado essa quarta-feira (31.10) em uma festa para convidados no espaço Absolut Inn.

Matéria completa + fotos no link da MadMag > madmag.com.br/estavamos-la/2012/11/04/fotos-lancamento-li...


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Brasil 36 X 19 Paraguai

Eliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X Paraguai
Eliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X Paraguai
Eliminatória Rugby WorldCup Brasil X ParaguaiEliminatória Rugby WorldCup Brasil X Paraguai
"Esse esporte ainda vai ser grande no Brasil!"
Com este slogam da fornecedora de material esportivo, os Tupis vão ganhando mais popularidade e ganhando mais fans.
O jogo entre a seleção Brasileira de Rugby e a seleção Paraguaia no último sábado dia 28 de outubro levou um grande público para o estádio do Clube Nacional na capital paulista. Se tratava de um jogo das eliminatórias para a WorldCup qe será realizada em 2015.
Toda sorte e toda a força necessária para que os Tupis sejam grandes!

Festival Red Bull SounderGround 2012- Festival Internacional de Músicosde Metrô

MÚSICA | Você passa correndo pelas estações de metrô, numa cidade com ritmo frenético como São Paulo e de repente, ouve um som de uma sanfona, um forró rolando na estação.
Segue seu dia talvez já atrasado e desce em outra estação pra fazer a tal da baldiação entre linhas que se cruzam e percebe um outro som, agora de um trio de cordas.

É o Festival Red Bull SounderGround 2012- Festival Internacional de Músicos de Metrô, um evento que está em sua segunda edição e reúne em 8 estações do metrô paulistano artistas de várias partes do Brasil e do Mundo fazendo um som alí, pro seu deleite e pausa entre as composições de trens. Confira a programação completa aqui.

O festival começou segunda-feira (22.10) e acontece até o dia 26 de outubro nas estações do metrô, as apresentações acontecem em dois horários das 12hrs às 14hrs, e das 16hrs às 18hrs. Os artistas farão revezamentos entre as estações não repetindo a mesma estação que já se apresentou. E sábado dia 27 acontecerá o grande encontro de todos os artistas reunidos em praça pública para o show de encerramento.

E tem de tudo, o guitarrista Rafael Pio, aquele mesmo que se vocês está acostumado a passar em frente ao Center # da Paulista com a Augusta, você já curtiu um som dele, está entre os “Buskers” – artistas de rua que se apresentam em proximidades ou dentro das estações dos metrôs mundo afora, com o chapéu virado esperando o seu trocado.
Pois é, ele e mais 18 artistas brasileiros, canadenses, americanos, ingleses, alemães e até russos estão na programação do festival.
Agora, quando você passar por uma das estações, Sé, Luz, Pinheiros, Sacomã, Vl Madalena, Ana Rosa, Brás ou Barra Funda, tire um tempo, curta o artista que estiver tocando e relaxe.

festival Existe Amor em SP – Praça Roosevelt

CULTURA | Cor rosa cobriu a Praça Roosevelt neste domingo (21.10), foi o Festival Existe Amor em SP, organizado pelos integrantes do coletivo Fora do Eixo, o evento com ideal de manifestação popular em pról de ações políticas mais rigorosas e concretas para a cidade de São Paulo.

Controvérsias em torno do festival se criaram durante as semanas entre a primeira manifestação ‘Amor Sim, Russomanno Não‘ onde foi divulgado por vários meios que seria um evento apartidário. O que não foi bem o caso pois em sua página no facebook continham posts dedicados ao candidato Haddad [PT] e com fortes críticas contra José Serra [PSDB]. Organizadores desmentem tal favorecimento e aqueciam o discurso de um ato livre para todos discutirem em paz, mas durante o evento ocorreu panfletagem de militantes petistas. Nenhum militante tucano ou por conveniência ou por represália compareceu à praça.

Mobilizando pela internet, evento gratuito reunindo artistas novos e consagrados do grande público, gerou o desejo de muitos de participarem. Abrindo as festividades com a banda Porcas Borboletas, o festival teve os grandes artistas: Criolo, Emicida, Gaby Amarantos, Karina Buhr, Thiago Petit, Porcas Borboletas, Lurdes da Luz e DJ Tutu Moraes, fazendo pocket shows de no máximo 5 músicas.

Thiago Pethit foi o que mais se manifestou político e com o grito de ‘FAÇA AMOR, NÃO FAÇA SERRA’ animou, o dueto de Karina Burh e Edgar Scandurra fizeram somente uma música, bem executada pelo guitarrista do IRA! e bem interpretada pela recifense performática. Gaby Amarantos e toda sua alegria paraense colocou o povo pra tremer, o rap com presenças de Lurdes da Luz e Emicida levou muitos pra cantar junto e foram os sopros de engajamento político. Fora a tão aguardada presença do também rapper Criolo. Este último o mais esperado.

Apesar de ter sido um grande evento, o Festival Existe Amor em SP não recebeu importância da grande mídia para acontecer. Pouca repercussão das TVs e pequenas notas em jornais. Nada disto apagou o brilho de uma multidão que grita por mais amor em uma cidade como São Paulo.

http://madmag.com.br/estavamos-la/2012/10/25/existe-amor-em-sp-pca-roosevelt-21-10/

BNegão & Os Seletores de Frequência no SESC Pompéia

MÚSICA | Na quinta-feira (18.10) o público no SESC Pompéia dançou o que é o verdadeiro funk. BNegão e os Seletores de Frequência colocaram todos pra dançar numa festa bem swingada. O ex-integrante do Planet Hemp esteve por São Paulo mostrando o repertório do novo álbum ‘Sintoniza lá’. Mas no setlist do show não faltaram as pedradas do primeiro álbum ‘Enxugando Gelo’.

Bnegão não contou somente com os Seletores, chamou pro show dois pesos pesados na metaleira de sopro, Marcos Serragrande da banda carioca Canastra e Bidu Cordeiro, trombone de ninguém menos que os Paralamas do Sucesso.

E se você está arrependido que perdeu essa chance no SESC Pompéia. Não desanime que você terá uma nova chance! Bnegão e os Seletores de Frequência voltarão a se apresentar em São Paulo no mês de novembro em mais um show na rede SESC, dessa vez na unidade Belenzinho no começo de novembro. Corra pra dançar ‘a verdadeira dança do patinho’, e não marcar de marréco perdendo o show!

OBMJ no SESC Pompéia

OBMJ no SESC Pompéia by barretorodrigo
OBMJ no SESC Pompéia, a photo by barretorodrigo on Flickr.
Um show que botou todo mundo pra balançar o esqueleto antes da eleição!
A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana levantou a galera do chão com o repertório que mesclou sambas de Adoniram, Pixinguinha e até Chico com o ska jamaicano e a metaleira instrumental.
Vale o click pra ver os clicks que o Photographer | Walker fez da festa.

Cavalete Parade em São Paulo

Começou na internet há uns meses atrás a borbulhar uma ideia de utilizar aquilo que por vezes é um trambolho e um lixo ao final do dia em arte.
No último sábado dia 29 de Setembro aconteceu a Cavalete Parade, movimento artístico que chamava artistas para se manifestarem em uma tela de pintura no mínimo inusitada, mas que estava alí na cara de todos a cada dois anos ( anos pares de eleições, tanto municipais como neste ano e estatuais e federais ), os cavaletes do candidatos.
Todos nós sabemos o tanto de transtorno esse material midiático tras, são trambolhos enormes que por muitas vezes fecham os passeios das calçadas, atrapalha a locomoção dos pedestres, de cadeirantes, tudo isso para simples divulgação dos numeros do candidato.

Se este tipo de mídia é válida ou não é uma outra discussão. A discussão principal é o que este tipo de divulgação causa de impacto em forma de lixo e de desrespeito ao povo.
Visando isso, a organização da Cavalete Parade fez umas regrinhas básicas: recolher somente os cavaletes em situações de risco ou abandonados, atrapalhando o transito dos pedestres, deixados após o horário de panfletagem. Conforme encontrasse algum cavalete assim a pessoa fotografa e recolhe para criar a arte nele.
Eu não havia visto essas regrinhas, mas acabei seguindo pois o meu eu peguei em meio a outros que estavam jogados em uma praça daqui de Guarulhos. Levei pra casa e pintei meu cavalete todo de preto pra fazer um fundo para expor minhas fotografias feitas com câmeras pinhole [câmeras feitas artesanalmente e de filme].
Feito meu cavalete, bóra pro evento!
Cheguei atrasado, mas deixei por lá o cavalete em meio a muitas obras belíssimas, de humor ácido e bem provocativas, até por telas/cavaletes abstratas.
Tinha por exemplo o pessoal do Polutil que transformaram cavaletes em bolsas utilizando os plasticos, e em bancos e até rampa de acesso a cadeirante com as madeiras. Teve manifestações non sense, e tiradas muito inteligentes em protesto contra os políticos.

Segundo a organização, os cavaletes ficariam expostos entre as 13h e as 17hrs. Aos autores das obras ficava livre a retirada do cavalete entre as 16h e 16:30. Para quem quisesse que sua obra seguisse o rumo de outras pessoas, era só deixar por lá que alguma pessoa se interessaria e levaria sua manifestação artística.
Foi daí que aconteceu algo triste e que surpreendeu. Os cavaletes que sobraram após a exposição ficaram lá, no canteiro central da Paulista. Algumas pessoas levaram estiletes para retirar as lonas e plasticos com as artes e levar para casa sem as madeiras do cavalete. Mas e os cavaletes de madeira. O que fazer?!

Se a iniciativa era reutilizar os cavaletes que emporcalham nossas ruas com arte, o fim deles se tornou o mesmo começo. Ser lixo e atrapalhar.
Durante a noite, passei novamente pela Paulista e encontrei diversos pedaços de madeira proveniente dos cavaletes expostos. Alí próximo do prédio da FIESP tem um imóvel em construção onde se encontra uma caçamba de entulhos onde foram depositados vários cavaletes, com as obras e somente as armações.
Infelizmente, uma proposta nova e recheada com boas ideias. Mas que de tanto criticou o ato dos políticos que fizeram o mesmo ato.

Se liguem nos clicks no álbum do Flick >

Bóra pa rua!

Maquinado [Lúcio Maia] no Teatro Adamastor

O guitarrista da Nação Zumbi, Lucio Maia trouxe seu show Maquinado para o Teatro Adamastor em Guarulhos em associação com o SESC Santana.
Na apresentação ele mostrou toda a sua virtuosidade de guitarrista em solos. Maquinado trouxe também trouxe convidados para o palco. Tulipa Ruiz e Siba dram apoio nos vocais.
Ao final da apresentação no momento do bis, Siba voltou para tocar violino na música da Nação 'Rios, pontes e overdrives'.

Confere as fotos aê!
Bóra!

Sai da Rede II: Cícero e Do Amor

Sai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do Amor
Sai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do Amor
Sai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do AmorSai da Rede II: Cícero e Do Amor


Sai da Rede II: Cícero e Do Amor, um álbum no Flickr.
Dia 22 de setembro, às 16h
Cícero e Do Amor

Foram necessários menos de 30 dias para que o carioca Cícero Lins (ex-integrante da extinta banda Alice) recebesse destaque nas principais publicações musicais do país, além de ser apontado como uma das maiores, se não a maior revelação musical de 2011. Em seu primeiro álbum em carreira solo, o elogiado Canções de Apartamento (2011, Independente), o músico se aventura em um mundo de composições melancólicas e intimistas, quase todas carregadas por uma tonalidade acústica e sonorizações simplistas, faixas que falam de amor, saudade e solidão.

Do Amor é uma banda com enorme apreço pelo diferente, pelo novo, pelo experimental. Formada pelos músicos Gabriel Bubu (guitarra e vocais), Gustavo Benjão (guitarra e vocais), Marcelo Callado (bateria e vocais) e Ricardo Dias Gomes (baixo e vocais), o grupo vem desenvolvendo um trabalho de consistência e qualidade pelo Brasil, participando de inúmeros festivais e se apresentando em várias capitais do Brasil, entre outras cidades. Os integrantes da banda, além de tocarem juntos em vários projetos paralelos, têm referências e influências musicais das mais variadas.
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SAI DA REDE (2ª edição)

Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo
Curadoria e direção artística: Amanda Menezes e Pedro Seiler
Período: 15, 22 e 29 de setembro – Sábados
Local: Praça do Patriarca – grátis
Horário: 16h
Duração: 120 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

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1º Museu a céu aberto de São Paulo pela ironia do destino será cercado daqui pra frente

Infelizmente eu passei hoje pela Av Cruzeiro do Sul em Santana e ví a construção de uma cerca ao redor do calçamento central da avenida, que fica abaixo da linha do metrô da Linha 4-azul.
Quem passa pela região observa nas pilastras de sustentação do metrô, murais de diversos grafiteiros que ano passado se reuniram e criaram o Museu Aberto de Arte Urbana, na foto acima vemos o grafiteiro Zezão terminando o seu mural. Na época foi complicado até para esse movimento sair pois foi quando o prefeito Ka$$ab havia proibído tais manifestações na cidade e houve até caso de grafiteiros presos por dano ao meio ambiente, mesmo estes trabalhando com autorização prévia.
São os mandos e desmandos sem cabimento do prefeiro que nós votamos por tabela [ sim pois até então Kassab era vice-prefeito do candidado José Serra que abandonou o barco para se canditatar a presidente].
Passado um ano exatamente que eu estive por lá conferindo ainda a pintura dos murais e vendo aquilo tudo com olhos de esperança na manifestação artística de São Paulo, hoje vejo os mesmo murais e pilastras, antes chamado de museu aberto ironicamente fechados pela prefeitura. A alegação é de que o ambiente abaixo da linha de metrô seja ponto de moradores de rua e usuários de drogas.
É mais um ponto que o então pior prefeito que a cidade já teve tem na sua 'limpeza ética' da cidade de São Paulo.
Triste fim. Espero que hoje não seja ainda o fim. Espero...

Tiê no SESC Consolação

Pontos de vista, ver um show através do copo d'água foi interessante. Mais fotos no Flickr >

Bóra que hoje ainda tem Maquinado no Teatro Adamastor!

Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70

Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70
Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70Sai da Rede II: Baiana System e Bixiga 70

Dia 15 de setembro, às 16h
Baiana System e Bixiga 70

Idealizado pelo músico Robertinho Barreto, o Baiana System é um projeto musical que tem o objetivo de divulgar e explorar novas possibilidades sonoras da guitarra baiana. Esta singular guitarra criada na Bahia em meados dos anos 40, foi responsável pelo surgimento de uma linguagem instrumental para interpretação de frevos, choros e outros estilos musicais que tomaram nova forma a partir da sonoridade deste instrumento. Da necessidade de expandir estas sonoridades, tentar incorporá-las a novos contextos, abrir o leque de influências e propor um novo diálogo deste instrumento com o público surgiu o projeto Baiana System, onde a guitarra baiana é o ponto de partida.

Acompanham Barreto, o vocalista Russo Passapusso, o baixista e também produtor musical do grupo Marcelo Seco, o percussionista Wilton Batata e o DJ João Meirelles (bases e mixdubs).

Bixiga 70 é a primeira banda brasileira dedicada exclusivamente ao afrobeat (gênero criado e popularizado pelo nigeriano Fela Kuti, nos anos 70). O Bixiga 70 faz versões turbinadas de clássicos do gênero e oferece também poderosos temas originais. O nome da banda faz reverência ao Africa 70, a big band que acompanhava Fela nos anos 70, e ao bairro paulistano onde está fixado o estúdio onde o grupo ensaia. Na formação estão Maurício Fleury (teclados), Cris Scabello (guitarra), Décio 7 (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Rômulo Nardes e Gustavo Cecci (percussão), Didi (trombone), Daniel Gralha (trompete), Dany Boy (sax tenor) e Cuca (sax barítono), músicos paulistas rodados que integram bandas como Rockers Control, Som da Selva, Projeto Nave, Otis Trio e acompanham artistas como Anelis Assumpção, Léo Cavalcanti e Iara Rennó.
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SAI DA REDE (2ª edição)

Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo
Curadoria e direção artística: Amanda Menezes e Pedro Seiler
Período: 15, 22 e 29 de setembro – Sábados
Local: Praça do Patriarca – grátis
Horário: 16h
Duração: 120 minutos
Classificação indicativa: 12 anos


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